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A evolução de Felipe: “Perdia-me um pouco, batia ou entrava antes do tempo”

Central admite que sentia dificuldades nas bolas paradas defensivas, e fala sobre o rival Benfica.

Numa entrevista ao “Esporte Interativo”, Felipe passou em revista a época portista e falou sobre o período em que a bola não entrava. “O grupo ainda se estava a adaptar, mudaram muitas peças…Não sei explicar bem porque os golos não apareciam. O sistema defensivo estava muito bem, mas não conseguíamos chegar lá na frente com tanta facilidade e, quando chegávamos, falhávamos”, recordou. Já na retaguarda, o FC Porto pode orgulhar-se de ter a melhor defesa dos principais campeonatos da Europa. “A comunicação é muito importante. Quando falo com o Maxi, o Layún, o Iker ou o Marcano, eles aceitam bem os meus avisos e eu também os deles. Isso ajuda muito”, sublinhou. Mais difícil foi perceber as diferenças nas bolas paradas defensivas. “Perdia-me um pouco, batia ou entrava antes do tempo. E assim fiz aquele autogolo com o PSV na pré-temporada e depois contra o Roma. Isso incomodou, mas fiquei tranquilo. E a partir daí comecei a mostrar quem é o Felipe”, referiu, considerando que a rivalidade com o Benfica é maior do que com o Sporting. “Vê-se pela intensidade dos jogadores. E os adeptos empurram ainda mais. “Vamos lá, vamos lá”. E eu até parece que já acompanho isso há muito tempo, entro no clima. Temos que entrar com tudo porque a primeira bola já vale como a última”, apontou.

Em grande no Dragão, Felipe já pensa no regresso à canarinha, orientada por Tite com quem trabalhou no Corinthians. “Vim para a Europa a pensar muito nisso. Tive uma passagem pequena pela seleção, mas o meu objetivo é ser selecionado e manter-me”. O Mundial da Rússia é o “objetivo maior” que tem.

Fonte: Ojogo