A fase de grupos da Champions em números

A edição de dezembro da revista Dragões diz-lhe tudo o que precisa saber sobre o trajeto europeu do FC Porto

 

​15
O FC Porto terminou a fase de grupos da Champions com 15 golos marcados e o quinto melhor ataque da prova. Com uma média de dois golos e meio por jogo, os Dragões marcaram a cada 36 minutos e tiveram em Aboubakar o melhor marcador. O internacional camaronês fez cinco golos, o equivalente a um terço dos golos da equipa, influência que reforçou com o acréscimo de duas assistências. Entre as 32 equipas envolvidas na primeira fase da prova, só o Paris Saint-Germain, o Liverpool, o Real Madrid e o Chelsea marcaram mais do que os azuis e brancos.

4
Com primeiras partes mais produtivas do que as segundas, o FC Porto marcou em quase todos os períodos de jogo, com especial destaque para o último quarto de hora da primeira metade, período em que apontou quatro. Os 15 minutos seguintes, pelo contrário, foram absolutamente inférteis e deles não resultou qualquer golo. Aos nove minutos do jogo com o Mónaco, no Estádio do Dragão, Aboubakar fez o golo mais rápido dos azuis e brancos na fase de grupos; Maxi Pereira fez o mais tardio aos 93 da vitória sobre o Leipzig, também no Porto.

5
São apenas cinco os jogadores com mais golos marcados do que Aboubakar na atual edição da Liga dos Camepões, e a verdade é que Cristiano Ronaldo (9), Neymar (6), Roberto Firmino (6), Harry Cane (6) e Cavani (6), todos eles com mais tempo de utilização, não são cinco jogadores quaisquer. Com os cinco golos marcados, o internacional camaronês fecha agora o top 5 da lista dos melhores marcadores do FC Porto na Liga dos Campeões, com um total de 11 golos, ainda longe dos 19 de Jardel, mas apenas a um de igualar Jackson Martínez e a dois de ascender ao segundo lugar partilhado pelos argentinos Lucho González e Lisandro López.

7
O FC Porto-Mónaco foi o segundo jogo com mais golos marcados da fase de grupos da Champions, sendo superado nesta matéria apenas pelo PSG-Celtic, que terminou com a vitória dos parisienses por 7-1 e com mais um golo marcado do que os sete registados 15 dias mais tarde, na partida do Dragão (5-2). As goleadas do Liverpool ao Maribor e ao Spartak de Moscovo, ambas por 7-0, surgem também na segunda posição.

540
Sérgio Conceição utilizou 21 jogadores, mas só dois disputaram todos os minutos da fase de grupos: Marcano e Alex Telles completaram as nove horas (540 minutos) do acumulado dos seis jogos. A expulsão de Felipe contra o Mónaco, na última jornada, retirou-lhe a condição de totalista e atirou-o para o quinto lugar do ranking dos mais utilizados, atrás de Danilo e Brahimi. Só os quatro primeiros têm mais de 500 minutos em campo.

54
Danilo Pereira não foi o mais utilizado, mas foi o que maior distância percorreu na soma dos seis jogos, ficando a menos de 700 metros de atingir os 55 quilómetros. Dos zero aos 54 quilómetros (mais 310 metros), o internacional português gastou 532 minutos, correndo mais de 102 metros por cada minuto de utilização. Não satisfeito, foi também o portista com maior índice de eficácia no passe, completando 85 por cento dos passes tentados.

Estes números, que fazem parte de um trabalho assinado por Alberto Barbosa e João Queiroz, estão devidamente ilustrados na edição de dezembro da revista Dragões, que pode subscrever gratuitamente aqui e à qual pode aceder no computador, no tablet e no smartphone à versão digital.

Fonte: FC Porto