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Aboubakar: “Com o apoio dos adeptos ultrapassamos os limites”

Em entrevista à Dragões, o goleador fala do regresso ao clube e do ambiente que encontrou no balneário e nas bancadas

 

Por João Queiroz​​

Vincent Aboubakar está de volta e volta melhor do que nunca. Os números estão à vista e ele explica-os com inúmeras razões. Porque ele próprio diz que está diferente, porque há um sistema de jogo que o favorece e porque encontrou uma nova forma de trabalhar. Entrou num balneário que já lhe era familiar, mas que diz estar mais familiar, mais solidário, unido e ambicioso, com verdadeiro espírito de conquista. A grande harmonia que se sente no seio da equipa estende-se também aos adeptos, que já lhe dedicam um cântico. Bastou-lhe olhar para as bancadas do Dragão, que tão cheias estiveram nestes primeiros dois meses de época, ou para as de qualquer outro estádio onde equipa já jogou. O Mar Azul tem que continuar bravo, exorta, com boas ondas para levar o FC Porto ao bom porto que todos queremos.

Oito golos nos primeiros oito jogos oficiais, depois de ter sido o melhor marcador da equipa na pré-época. É um regresso impactante…
Em primeiro lugar, é um prazer voltar e rever amigos. Parti e uma das razões pelas quais voltei foi a mudança de treinador e também a mudança do sistema de jogo. O que é bom é o jogador procurar superar-se, é não se colocarem limites, como acontece hoje. É verdade que já marquei oito golos, mas os golos são uma consequência natural do trabalho coletivo. O mais importante é isso, é o coletivo, é o que está à volta de mim e que me ajuda a marcá-los. Só temos que continuar nesta dinâmica.

(…)

Para já, estão no bom caminho: líderes invictos e isolados da Liga ao fim de oito jornadas, já depois de terem jogado em estádios tradicionalmente difíceis, como o do Sporting, o do Sporting Braga e o do Rio Ave…
Sim, todos têm jogado bem, têm dado o máximo e temos feito golos. Só temos que seguir este caminho, continuar a ser exigentes connosco próprios e a trabalhar em equipa. Às vezes, podes produzir bom jogo, noutras, as coisas podem não sair tão bem, mas o importante é ganhar os três pontos e se os ganharmos sempre, os outros ficarão atrás de nós e conseguiremos ser campeões.

(…)

Sagrou-se campeão em todos os grandes clubes por onde passou: na época passada na Turquia, antes no Cotonsport, nos Camarões. Só falta o FC Porto…
Esse é o objetivo, não só o meu, como o de todos, todos querem ser campeões – nós, a equipa técnica, os adeptos… – e penso que o facto de haver este espírito tão positivo vai permitir-nos atingir os nossos objetivos. O clube dá-nos essas condições, a época é longa, é verdade, mas nós acreditamos nas nossas capacidades.

Ricardo, que também regressou ao clube esta temporada, disse em entrevista à DRAGÕES que encontrou um ambiente diferente no balneário. Partilha da mesma opinião?
Ao nível da mentalidade sim e da comunicação também. Quando as coisas não estão bem, as pessoas falam, toda a gente quer acrescentar algo para melhorar, para que a equipa ganhe. Quando não estás a ganhar ao intervalo, toda a gente quer acrescentar qualquer coisa para podermos conquistar a vitória. Penso que este espírito de grande ambição nos pode levar até onde queremos. Por outro lado, o treinador encontrou um sistema que favorece todos, em que todos se sentem bem, que permite tirar o máximo de todos os jogadores, para que todos tenham uma boa performance. Tudo isso contribui para um balneário. A partir daí, só temos que nos manter no sistema dando o máximo de si, escutando o treinador, ouvindo os seus conselhos. E mesmo quando não o fazemos bem, não podemos desistir, temos que saber dar a volta. É isso que tentamos fazer e acho que estamos no caminho certo

Um caminho que é feito com um grande apoio dos adeptos…
A relação com os adeptos mudou, estão mais próximos da equipa. De facto, sinto que há uma grande harmonia entre os jogadores e também entre os jogadores e os adeptos. Hoje, passe-se o que se passar nos jogos, eles estão connosco, e isso é um bom sinal. É preciso que continuem a ajudar-nos como têm feito até aqui.

Costuma ser abordado por eles na rua?
Não tenho encontrado assim tantos, mas os que se me dirigem pedem todos para lutarmos muito para sermos campeões esta temporada.

Já sabe cantar a música que lhe dedicam?
Cantar? Não, o português é uma língua difícil. Já os ouvi cantar a música, embora não a tenha percebido bem, mas já percebi que é para mim.

É um sinal de confiança no Aboubakar?
É importante para um jogador e mesmo para a equipa. É muito importante quando sentes o 12.º jogador, que são os adeptos, próximos de nós. Nos maus momentos, ajudam a que ultrapassemos os nossos limites, permite que nos galvanizemos, que nos motivem. Depois o resto vem naturalmente. Os nossos adeptos estão muito positivos e penso que isso é um trunfo para nós.

Este é um excerto da entrevista a Aboubakar publicada na edição de outubro de 2017 da “Dragões”, a revista oficial do FC Porto, a cuja versão digital pode aceder aqui.​

Fonte: FC Porto

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