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Alarcón brilhou na Senhora da Graça

Portista foi o primeiro a cruzar a meta instalada no topo do Monte Farinha e alargou a vantagem na classificação geral

 

Raúl Alarcón somou na tarde desta terça-feira a segunda vitória em etapas na edição de 2017 da Volta a Portugal, depois de se ter exibido em grande nível e ter cortado a meta na primeira posição na quarta tirada, cujos 152,7 quilómetros ligaram Macedo de Cavaleiros a Mondim de Basto.

O corredor da W52-FC Porto-Mestre da Cor cumpriu a distância em 4h02m52s, gastando menos três segundos do que o companheiro de equipa Amaro Antunes, que foi segundo. A fechar o pódio de uma das etapas mais exigentes da corrida ficou o italiano Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), que chegou com o mesmo tempo do algarvio.

A etapa de hoje foi animada por uma fuga de oito corredores, que acabou por ser alcançada apenas a dois quilómetros da meta, já em plena subida final. E foi muito graças ao trabalho de perseguição da equipa portista que o pelotão, ou o que restava dele, chegou aos últimos metros na frente da corrida. Destaque para o valioso trabalho, primeiro de Rui Vinhas, depois de Ricardo Mestre e de seguida de António Carvalho, que lideraram o grupo principal Monte Farinha acima.

Já dentro dos metros finais, acabou por ser Alarcón o mais forte, dando novo brilho à amarela que enverga desde a vitória na primeira etapa. O que aumentou foi a vantagem na classificação geral: são agora 25 os segundos de avanço sobre o segundo classificado, o italiano Rinaldo Nocentini (Sporting Tavira) e 29 sobre Amaro Antunes. O domínio portista na geral estende-se também à classificação coletiva.

Poucos minutos depois de ter erguido os braços, o espanhol admitiu que a prova está a correr bem para ele e para a equipa e que são boas as sensações dos primeiros cinco dias de corrida: “Está a ser uma Volta muito boa para mim. Sempre sonhei em ganhar aqui na Senhora da Graça e felizmente hoje consegui cumprir mais um sonho. A equipa trabalhou sempre, durante toda a etapa, e, como tínhamos planeado, conseguimos atacar bem a parte final da etapa e ganhar tempo aos rivais. Não sei o que pode acontecer a partir daqui. Estou a sentir-me bem, mas vamos dia a dia”, afirmou.

Ultrapassada uma das etapas mais exigentes da prova, na quarta-feira o pelotão terá pela frente uma tirada de transição, que ligará Boticas a Viana do Castelo. A quinta etapa da Volta, com uma extensão de 179,6 quilómetros, terá na meta o maior ponto de atração, já que esta está colocada no topo do Monte de Santa Luzia, uma subida de terceira categoria. Em caso de uma chegada em pelotão compacto, poder-se-ão​ fazer aí algumas diferenças, mas outro dos cenários possíveis, dadas as características da etapa, será a chegada com sucesso de uma fuga.

Fonte: FC Porto