Assistências baixam em relação a 2015/16

Quase 41 mil pessoas por jogo no estádio até ao início de novembro em 2015, contra 38 de agora. Mas os números atuais batem os anos prévios

Estádio portista registou mais de 300 mil entradas esta época. Com o Benfica foram mais de 50 mil, algo que não se via desde 2014/15. Ainda assim, o início da temporada puxa a média para baixo

Dragão menos composto como em 2015/16, apesar da enchente com o Benfica

O Dragão teve 50 019 espectadores no jogo contra o Benfica e ajustou-se a uma média até superior à da maioria das últimas temporadas. Ainda assim, está abaixo dos números da época passada em cerca de três mil pessoas por jogo. A diferença terá muito que ver com o efeito Casillas. Em 2015/16 o guarda-redes espanhol era uma novidade. E das grandes. Por isso, arrastou quase 41 mil pessoas nos primeiros quatro jogos (40 848), entre os quais o clássico com o Benfica e o embate europeu com o Chelsea. Na atual não. Mesmo assim, o Dragão já registou uma assistência superior a 50 mil esta época (a tal com o Benfica). Na anterior não. Aliás, é preciso recuar aos quartos de final da Liga dos Campeões 2014/15, com o Bayern Munique, para encontrar números idênticos: 50 092. De resto, o bom arranque caseiro do FC Porto tem levado, em média, mais espectadores ao Dragão do que nas épocas anteriores. Os portistas ainda não perderam na condição de visitados – levam cinco vitórias e três empates – e esse registo tem despertado maior interesse nos adeptos, movidos pelo desejo de ver a equipa romper com um jejum de três temporadas sem qualquer título conquistado. Foram mais de 300 mil as pessoas que entraram no recinto nos primeiros oito encontros de 2016/17, à razão de 37,725 por jogo, ou seja, mais 1289 do que a média das cinco épocas anteriores até ao início de novembro. Tendo em conta que não se verificaram alterações significativas nos preços dos bilhetes ou dos lugares anuais – os dragões até têm apertado as regras no que toca à transmissibilidade dos cartões –, esta melhoria justifica-se também com os apelos constantes de Nuno Espírito Santo, que pretende transformar o Dragão numa “fortaleza.”

FONTE/ OJOGO

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