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Com os dois de início, o FC Porto ganha e marca mais

A CULPA É DOS FAN TASISTAS

Nuno surpreendeu ao avançar com Corona e Brahimi de início contra o Sporting. Mas os números já lhe davam razão: com os dois de início, o FC Porto ganha e marca mais

O argelino esteve muito tempo afastado da equipa e voltou porque era fundamental ganhar ao Leicester. Com Corona do outro lado, o FC Porto tem melhores resultados. Em Guimarães, mantêm-se

há dois anos voltou pior da Taça Brahimi: lá de África; agora nem parece que esteve bem a época, extremo começou Corona: forma de volta à boa caiu, mas estáA opção por Corona e Brahimi no mesmo onze contra o Sporting surpreendeu muita gente, mas Nuno assumiu o risco com suporte em registos que lhe inspiram confiança. Muita, até. Além do que o treinador vai observando no espaço do treino, os números ratificam uma opção aparentemente de risco mas que resultou, até hoje, em 100% de sucesso. Pelo menos em jogos “a sério”. Com a dupla de fantasistas de início em simultâneo, o FC Porto venceu cinco em seis jogos; só empatou na Taça da Liga, mas com vários suplentes à mistura. E marcou 16 golos, 15 deles nos tais cinco jogos que realmente importavam.

O primeiro deles, curiosamente, noutro jogo de vital importância: com o Leicester, na última jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões. Os dragões eram obrigados a vencer e o resultado foi construído depressa: 3-0 ao intervalo, 5-0 no final. Brahimi fez um golaço (de calcanhar), Corona outro (remate de primei-

ra com o pé esquerdo) e ainda assistiu André Silva para mais um. Satisfeito, Nuno repetiu logo a seguir, na deslocação a Santa Maria da Feira. Mais uma goleada (0-4), com golo do argelino e o mexicano a sair apenas depois de o triunfo estar consumado. Depois foram Marítimo e Chaves, em vitórias mais curtas (ambas por 2-1), até à pausa de Natal, que destruiu a parceria e voltou a levantar interrogações sobre se o FC Porto seria ou não capaz de discutir o título.

A Taça da Liga foi prova para o treinador rodar o plantel e os dois artistas só por uma vez coincidiram no onze (empate com o Feirense), mas numa equipa com muitas alterações em relação à base azul e branca. Entretanto, Corona lesionou-se, Brahimi foi para a CANeo FC Portofoi-seaguentando. Nuno resistiu e, no regresso de ambos, deixou-os no banco com o Estoril. Mas o 0-0 não se desfazia e a tropa de elite foi chamada de emergência para mais três pontos, com Brahimi a ser a figura do jogo e Corona a marcar o segundo golo. Contra o Sporting, num clássico fulcral, tendo em conta as perdas de pontos do Benfica, Nuno assumiu o risco e voltou a colher frutos: mais uma vitória, com influência direta de Corona e importância de Brahimi, substituído para os aplausos. Em Guimarães, não há como fazer marcha atrás. Os adeptos preferem esta versão e o FC Porto temse dado bem com ela. Diogo Jota caiu do onze mais de três meses depois de por lá se ter fixado e terá de esperar por nova vaga. A força de desbloqueio está aí para durar.

Brugge, Braga e Estoril confirmam a regra

Se, com os dois no onze, o FC Porto ganha fantasia e golo, com a dupla no banco Nuno ganha o conforto de ter a quem se socorrer para virar o que vai mal. Em poucos minutos nem sempre é possível reverter resultados negativos, mas há três jogos sintomáticos que confirmam que Brahimi e Corona, juntos, podem ser decisivos. Em Bruges e no Estoril, os extremos começaram suplentes e entraram na segunda parte para garantir dois triunfos fundamentais. Com o Braga, foi só Brahimi a entrar, porque Corona já estava a jogar. A vitória foi aos 90’+5’…

 

Fonte: Ojogo