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Dragões atravessam rio bravo e mantêm liderança

Vitória por 2-1 no terreno do Rio Ave, com golos de Danilo e Marega. Equipa iguala arranque da Liga 2010/11

 

O FC Porto continua líder da Liga NOS – tem os mesmos 18 pontos do Sporting, mas melhor saldo de golos – após a vitória deste domingo no terreno do Rio Ave, por 2-1, com golos de Danilo (54 minutos) e Marega (67). Os Dragões enfrentavam um teste duro, não só pela qualidade do adversário – que começou muito bem a época, travando (1-1) até no seu campo o rival Benfica, que fica agora a cinco pontos da liderança –, mas também porque chegavam a Vila do Conde no rescaldo da primeira derrota da época, com o Besiktas. A resposta foi excelente, não tanto pela exibição, que até pode não ter sido brilhante, mas pela forma determinada como este desafio foi abordado: com mais ou menos beleza estética, com um ou outro sistema tático, com muito suor e mesmo algum sangue, ele tinha de ser superado. E foi, mantendo-se assim o registo perfeito de seis triunfos em seis jogos, num estádio onde estiveram cerca de 5.000 portistas.

O filme da primeira parte justificou a decisão de Sérgio Conceição de reforçar o meio-campo azul e branco: o FC Porto apresentou-se em 4-3-3, ao contrário do habitual 4-4-2. Em relação ao encontro de quarta-feira frente ao Besiktas, para além da troca de Aboubakar por Soares, o treinador fez entrar Herrera e Otávio no onze, saindo Corona e Óliver, alterações que acomodaram o novo sistema tático. O Rio Ave discutiu a partida taco a taco, se bem que as melhores oportunidades tenham sido azuis e brancas: aos nove minutos, Brahimi atirou ao lado, após lance na direita de Ricardo, e aos 25 foi Marega a acertar no poste, com um remate cruzado, depois de a bola girar no ataque.

Ao intervalo, Sérgio Conceição não mexeu no onze, mas mexe na disposição tática, com um 4-4-2 bem assumido, em que Marega se juntava a Aboubakar no ataque. E, para além disso, ficou a ideia de que a equipa percebia que era preciso um bocadinho mais de intensidade ao jogo: logo no reinício, Herrera solicitou Aboubakar, que não acertou com a baliza, numa jogada em que também interveio Marega, que esteve absolutamente imparável no segundo tempo. Marcano já tinha deixado um aviso, num pontapé de canto anterior, mas aos 54 foi Danilo a cabecear de forma indefensável para a baliza de Cássio, após cruzamento de Alex Telles.

Foi este o momento-chave para a vitória na partida, que o FC Porto passou manejar com muito mais conforto. O 2-0 já tinha estado perto, mas acabou por surgir aos 67 minutos, graças a um remate de Marega, assistido por Brahimi, isto depois de o maliano ter protagonizado uma verdadeira cavalgada pela direita, que esteve na origem do golo. Sérgio Conceição procurou a partir daí gerir o resultado, nomeadamente com substituições cirúrgicas, mas uma delas acabou por ser forçada (lesão de Alex Telles e entrada de André André) e o Rio Ave aproveitou o momento para reduzir, por intermédio de Nuno Santos. O FC Porto soube resistir ao último assalto dos vila-condenses e este resultado significa o igualar do registo de início da Liga 2010/11, em que a equipa então treinada por André Villas-Boas obteve seis vitórias. Por outro lado, os portistas sofreram o primeiro golo na prova, mas ainda assim ultrapassaram o arranque de 1983/84, em que tinham sido necessários 512 minutos para os adversários marcarem – desta vez foram 530.

Fonte: FC PORTO

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