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Estoril-FC Porto, 1-2 (destaques)

Varinha de condão de Brahimi ajudou a resolver

A FIGURA: Brahimi. No banco é heresia

De regresso da CAN, o extremo argelino começou o jogo no banco. Nuno Espírito Santo apostou num meio-campo mais posicional, mas cedo percebeu que precisava do virtuosismo de Bahimi. Lançou-o pouco depois da meia hora, os dragões não melhoraram de imediato, mas percebeu-se que o cenário seria diferente a partir daí. Irrequieto na frente e ataque, meteu a cabeça em água a Mano e, depois, a Dankler. É dele o passe que dá origem ao primeiro golo do FC Porto, ao lançar André Silva nas costas dos centrais. Antes já tinha isolado Rui Pedro, que viu um golo ser anulado por posição irregular. Está visto que o banco não é lugar para ele.

O MOMENTO: penálti de André Silva, minuto 83

O FC Porto estava melhor na partida, mas o Estoril estava a conseguir segurar o nulo numa altura em que o relógio começava a aproximar-se dos 90 minutos. Até que Brahimi descobriu André Silva. Na cara de Moreira, o avançado portista desviou do guardião antes de ser tocado. Da marca dos onze metros, o melhor marcador dos azuis e brancos não desperdiçou e abriu caminho para um triunfo importantíssimo.

OUTROS DESTAQUES

Afonso Taira e Diogo Amado: entendimento notável entre os dois elementos mais recuados do meio-campo da equipa da Linha. Anularam quase por completo o jogo interior do FC Porto nos primeiros 45 minutos, mas sentiram mais dificuldades com a artilharia que Nuno Espírito Santo colocou no terreno no segundo tempo.

João Afonso: não teve uma exibição imaculada, mas demonstraram extrema atenção nas ações defensivas. Limpou, juntamente com Diakhité, quase todas as investidas dos visitantes quer pelas alas quer pelo centro do terreno.

Kléber: jogo de sacrifício do ex-avançado do FC Porto. Esteve quase sempre isolado na frente de ataque e foram poucas as vezes em que a bola lhe chegou em condições, situação que o obrigou muitas a sair da sua zona de referência. Ainda assim, não se resignou e discutiu todos os lances no limite. Já na segunda parte descobriu uma brecha na defesa portista e fabricou com Bruno Gomes o lance mais perigoso dos estorilistas em toda a partida.

Alex Telles: no meio do vazio de ideias que foi a equipa do FC Porto na primeira parte, conseguiu ser o elemento mais esclarecido dos azuis e brancos. No primeiro quarto de hora tirou dois cruzamentos perigosos: primeiro na marcação de um canto e depois na sequência de um desequilíbrio a partir da esquerda. Tentou dar à equipa de Nuno Espírito Santo aquilo que lhe estava a faltar – velocidade – mas os companheiros estiveram quase sempre noutra dimensão.

Danilo: discreto na primeira parte, subiu de rendimento na etapa complementar, tendo sido fundamental para que o FC Porto apertasse o cerco à área canarinha, recuperando várias bolas a meio-campo.

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