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FC Porto-Rio Ave, 4-2 (crónica)

Raide aéreo para anular ofensiva no Dragão

O FC Porto teve de recorrer a um verdadeiro raide aéreo, lançado pelo pé esquerdo de Alex Telles, para compensar falhas das tropas terrestres e operar uma reviravolta no Dragão, frente a um interessante Rio Ave (4-2).

Felipe, Marcano e Danilo, com o precioso serviço de Telles, apagaram os erros das restantes unidades mais recuadas: um frango de Iker Casillas e um penálti desnecessário de Layún colocaram a missão em risco. Rui Pedro selou o triunfio, igualmente de cabeça.

O Rio Ave recuperou da desvantagem inicial com um golo de Guedes, após cruzamento traiçoeiro de Gil Dias que motivou a má leitura de Casillas, terminou a primeira parte com mais posse de bola que o adversário e teve nova benesse no reatamento.

Nuno Espírito Santo utilizou Miguel Layún no lugar do lesionado Maxi Pereira mas ficam dúvidas sobre a condição física do mexicano. Não jogava desde 3 de dezembro e só voltou a pisar o relvado no início desta semana.

Layún esteve irreconhecível, faltou-lhe no mínimo ritmo de jogo e o Rio Ave tirou proveito. Nuno resolveu o problema já após o pecado maior do mexicano, colocando Herrera como falso lateral. Ainda foi a tempo.

Com eficácia tremenda em lances de bola parada, utilizando como nunca o seu jogo aéreo, o FC Porto virou um jogo que nem sempre lhe correu de feição. Cumpriu-se o objetivo maior e o topo da Liga fica a um ponto de distância, antes de o Benfica entrar em campo.

Danilo Pereira: de novo providencial

Danilo Pereira, maior destaque para lá do incontornável Alex Telles, derramou lágrimas após o providencial 3-2 e não é difícil imaginar o que andaria pela cabeça do internacional português: a expulsão em Moreira de Cónegos deixou marcas.

O médio defensivo volta a ser o rosto de uma reviravolta no Dragão, tal como aconteceu no quente duelo com o Desp. Chaves (2-1). Voltou para além disso a assinar uma exibição determinante, desdobrando-se para combater fogos no meio-campo portista.

O Rio Ave fez o que nenhuma equipa tinha feito no Estádio do Dragão em 2016/17: marcou dois golos. Beneficiou de erros contrários, é certo, mas soube provocá-los e colocou grandes problemas ao FC Porto.

Se Nuno Espírito Santo correu um risco com Layún, Luís Castro fez o mesmo no lado esquerdo da sua defesa. Sem Rafa Soares – cedido pelos dragões -, o antigo técnico da equipa B portista lançou o adaptado Pedrinho, que vinha de lesão.

Pedrinho ressentiu-se e esteve em campo apenas 22 minutos. Por essa altura, o FC Porto já vencia com um golo de Felipe e partia para o seu melhor período. Diogo Jota desperdiçou o 2-0, atirando à trave.

Casillas e Layún a errar como nunca

Do outro lado, com o jogo em ritmo baixo, Gil Dias foi andando pela esquerda até tirar um cruzamento. A bola ganhou velocidade e levou a direção da baliza, Casillas não contava e errou na abordagem. Via aberta para o empate do Rio Ave.

A equipa de Vila do Conde soltou-se com o 1-1 e perturbou o Dragão. Controlava o setor intermediário, tinha posse de bola, o FC Porto denotava impaciência. Pelo flanco direito, a formação portista era inoperante. Corona oscilava, Layún não subia, Herrera era…Herrera.

Jesús Corona lesionou-se antes do intervalo e abriu caminho para André André, que levou a equipa do 4x3x3 para um 4x2x3x1. De repente, novamente por Gil Dias, o Rio Ave gerou pânico.

Respondendo à inquietude das bancadas, Layún quis atenuar a falta de pressão sobre o adversário e teve uma entrada fora de tempo no limite da grande área. Jorge Sousa assinalou a falta evidente e apontou para a marca de grande penalidade. Roderick, com Kelvin a ver no banco – lembram-se? – fez o 1-2 na baliza norte.

Dragão teve cabeça para responder

O FC Porto não demorou a responder e fê-lo novamente com recurso a um central. Marcano depois de Felipe, novamente com assistência de Alex Telles. O lateral esquerdo viria a completar o hat-trick com o serviço para Danilo Pereira.

A equipa de Nuno Espírito Santo precisou de apenas 14 minutos para virar de 1-2 para 3-2. Já com Rui Pedro em campo, com a saída tardia de Miguel Layún, o Dragões usou a cabeça para desenhar o triunfo e geriu com relativa tranquilidade.

Seria precisamente Rui Pedro a fixar o resultado final, já ao cair do pano, balançado as mesmas redes que tinha balançado frente ao Sp. Braga. O jovem respondeu da melhor forma – de cabeça, claro – a um bom trabalho de João Carlos Teixeira (derradeira aposta de Nuno) na esquerda.

Antes do 4-2, Marcelo tinha ameaçado o 3-3, é certo, mas o FC Porto fez o justificar o triunfo. O Rio Ave merecia a diferença mínima no marcador.

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