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FC Porto-Tondela, 4-0 (crónica) Goleada para o topo

Dois minutos de extrema-unção, por força de um penálti/golo e de uma expulsão em cima do intervalo, removeram o Tondela da discussão do jogo no Dragão e reforçaram os níveis de asfixia aplicados pelo FC Porto ao Benfica.

As águias entram em Braga dois pontos atrás dos azuis e brancos.

Missão cumprida pelo FC Porto, com várias sensações ao longo dos 90 minutos e momentos carregados de polémica. Dificuldades tremendas até ao 1-0, facilidades absurdas e golos escandalosamente desperdiçados em superioridade numérica ao longo de todo o segundo tempo.

A bomba de Rúben Neves, disparada a uns 30 metros da baliza beirã, estilhaçou a dúvida que o Tondela justamente reclamara durante a primeira parte. Um golo extraordinário, de facto, do médio chamado a preencher o vazio ocasionado pela ausência de Danilo Pereira.

A Velha Senhora vem de Turim e o seu charme mexeu com as opções de Nuno e, quiçá, com as cabeças dos atletas do FC Porto. Não

Rúben, precisamente, e Otávio não competiam há mais de dois meses. Ocuparam as vagas de Danilo e Brahimi, enquanto a outra mexida (Herrera no banco, Corona de início) foi menos surpreendente.

Até aos 42 minutos, momento em que o árbitro Luís Ferreira vislumbra falta de Osorio sobre Soares na área do Tondela – uma decisão, no mínimo, duvidosa -, a narrativa do jogo sugeria problemas atrás de problemas para o FC Porto, principalmente por dois motivos.

1. Cláudio Ramos aparentava tapar toda a baliza do Tondela, defendia o possível e o aparente impossível (minuto 28, Otávio isolado).
2. Pedro Nuno – entre Rúben e os centrais – segurava, arrancava e lançava Jhon Murillo, uma seta venenosa, com demasiada liberdade.

Incapaz de controlar as transições rápidas do Tondela e de ter qualidade na posse de bola, o FC Porto passou da intensidade inicial à ânsia imposta pelo 0-0 e daí ao desespero com as duas vezes em que Iker Casillas foi obrigado a aparecer.

Esse FC Porto deixou transparecer medos e inflexões preocupantes.

O golo de André Silva, no penálti, e a expulsão de Osorio logo a seguir sossegaram as almas portistas e sugeriram tudo aquilo que se viria a confirmar na etapa complementar: facilidades e mais facilidades.

Rúben Neves aproveitou para fazer o golo da noite, Tiquinho Soares marcou o quarto de dragão ao peito (em três jogos) e o argumento correu vagarosamente até ao epílogo, certo de que o clímax ficara para trás ali mesmo em cima do tempo de descanso. O 4-0, por Diogo Jota, foi uma recompensa à paciência dos portistas na fase inicial.

Arbitragem? Salvo melhor opinião – imagens televisivas -, Luís Ferreira deixou por assinalar um penálti sobre André André no primeiro tempo e cometeu um pecado capital ao expulsar Osorio. Aparentemente, o defesa do Tondela não faz qualquer movimento para derrubar Soares.

O FC Porto acabou de peito feito e ares de comandante da Liga. Uma imagem que nunca pisou a relva do Dragão entes do 1-0.

Para conquistar a Velha Senhora, o dragão não pode ser este amante juvenil e incerto. Don Juan ou Casanova, faz o favor de escolher.