FC Porto um a um

André assina o cheque que Casillas segura

André Silva: 7 Picou o ponto e garantiu a Europa

Trabalhou muito e bem com os companheiros fora da área e, lá dentro, desatou o nó. Teve alguma sorte, é verdade, por causa do desvio em Pina, mas também muito mérito na forma como se antecipou e cabeceou para o único golo. Um golo que vale 1,5 milhões de euros e garante a continuidade na Europa. Já tinha sido decisivo em Bruges e voltou a sê-lo ontem. Teve poucas oportunidades para marcar, mas o que produziu fora da área justifica a distinção. Aos 29’, por exemplo, sentou dois adversários na linha e cruzou com muito perigo. Aos 74’ bem se esticou, mas não chegou para desviar um cruzamento/remate de Alex Telles. E aos 89’ penteou a bola, deixando Corona em boa posição.

Casillas 7

Grande defesa aos 26’, num mergulho para o lado esquerdo a desviar um remate de Wesley, a quem já tinha defendido sem dificuldades um remate de longe. Mas foi aos 85’ que brilhou, ao sacudir um desvio de Pina. Segurou os milhões nesse lance.

Maxi 6

Voltou à titularidade quase três semanas depois de ter jogado com o Gafanha e foi evidente a falta de ritmo. Não comprometeu a defender, mas faltou-lhe capacidade para as habituais incursões pela ala. Compensou com entrega e uma interceção aos 72’, num remate de Wesley.

Felipe 6

Aos 26’ deixou-se antecipar por Wesley, num lance muito perigoso, pouco depois quase se redimiu num remate à meia-volta que obrigou Butelle a grande defesa. Viu o amarelo aos 35’, mas não acusou o golpe e esteve seguro até ao fim.

Marcano 7

Sempre bem posicionado, antecipou-se inúmeras vezes a Wesley e Diaby. Dominou pelo ar e pelo chão, numa noite sem erros. Acabou, e bem, como capitão.

Alex Telles 7

O inimigo público número um do Brugge. O FC Porto sentia dificuldades para circular a bola e o brasileiro conseguiu instalar o caos na defesa dos belgas nas bolas paradas. De livre, atirou uma à trave e outra às malhas superiores. De canto, serviu André Silva para o golo inaugural. Na segunda parte, em velocidade, penetrou na área e quase marcou.

Danilo 7

Só na primeira parte sofreu cinco faltas, o que diz bem da intenção do Brugge de tentar matar as jogadas do FC Porto logo à nascença. Aos 35’ foi ao chão rematar com o pé esquerdo, numa recarga, obrigando Butelle a enorme intervenção. Impecável a limpar (17 duelos ganhos), só cometeu um erro, aos 85’, perdendo a bola em zona proibida.

Herrera 4

Todo o jogo ofensivo passou por ele e como as decisões, leia-se entregas, nem sempre foram as melhores, começou a ouvir assobios das bancadas logo aos 12’. Isto na sequência de alguns erros, o primeiro deles aos 3’, quando perdeu a bola infantilmente e agarrou um rival, vendo o amarelo.

Óliver 5

Uma boa transição, aos 32’, que acabou desperdiçada pelos companheiros, mas faltou-lhe maior objetividade. Insistiu em dar a volta à rotunda antes de entregar a bola e, com isso, perdeu tempo e oportunidades para desequilibrar.

Otávio 5

Não entrou bem na partida, com várias bolas perdidas. No remate, também não esteve melhor: aos 15’ atirou muito torto, aos 19’ à figura. Aos 63’ tentou de novo, na passada, desta vez com muito perigo.

Diogo Jota 5

Sacou amarelo a Denswill numa transição rápida, mas foi engolido pelos centrais do Brugge. Aos 61’ teve o melhor momento: remate cruzado para enorme defesa de Butelle.

Rúben Neves 5

Entrou para tentar recuperar o domínio do miolo. Conseguiu em parte e acrescentou qualidade no passe.

Corona 5

Aos 76’ bailou à frente de um adversário e quase marcou. Aos 89’ perdeu muito tempo e permitiu a interceção do remate.

Layún 5

Entrou para o lado esquerdo do meio-campo, para ajudar a defender a vantagem.

 

FONTE/ OJOGO

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