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FC Porto um a um: “Alex Telles foi o quarto pilar”

ALEX TELLES 8

Um hat trick de assistências e todas de livre

O gesto com a mão (três dedos levantados) na direcção das bancadas depois do 3-2 não foi bem um festejo, mas podia ser, porque o brasileiro alcançou um feito raro: um hat-trick de assistências. Ainda por cima todas da mesma forma (livre lateral) e para os três pilares defensivos da equipa: a primeira para Filipe, a segunda para Marcano e a terceira para Danilo.

Casillas 4

Apesar da surpresa pela trajetória da bola saída do pé esquerdo de Gil Dias, tem culpa no lance do golo de Guedes. Sem hipóteses no penálti de Roderick, ainda apanhou alguns sustos na parte final.

Layún 4

Incapaz de disfarçar a falta de ritmo, notada mais na forma contida como subiu no terreno, teve um jogo para esquecer a defender. Ficou a ver Gil Dias cruzar no 1-1, fez penálti sobre o extremo no 1-2 e ainda arriscou o segundo amarelo duas vezes.

Felipe 7

O primeiro golo do jogo foi consequência de uma boa entrada sua, marcada por uma atitude contagiante e várias ações defensivas importantes. Aos 32’ ofereceu mesmo o corpo a um remate prometedor de Rúben Ribeiro. Não vacilou no segundo tempo.

Marcano 7

Não só igualou o recorde pessoal de golos (cinco) ao fazer o 2-2 como ainda anulou várias iniciativas do Rio Ave. Ainda se esticou para evitar o golo de Guedes, mas a reação foi em desespero, uma vez que não esperava o erro de Casillas.

Danilo 8

Impressionou pela pressão que exerceu, pelas bolas que recuperou e por ter sido dos primeiros a empurrar a equipa para o ataque. O pique que fez aos 58’, quando a equipa estava desequilibrada, para anular um contra-ataque do Rio Ave e iniciar um do FC Porto, após uma finta de calcanhar, foi incrível. Nem precisava de ter feito o 3-2 para ser dos melhores – isso foi só um extra.

Óliver 5

Passou tanto tempo escondido do jogo que até é difícil encontrar-lhe apontamentos. Foi das exibições menos fulgurantes no plano ofensivo do espanhol, que procurou compensar este apagão a defender. Saiu aos 82’.

Herrera 5

Começou no meio-campo, passou pela ala e acabou a lateral. Dos três papéis, foi no último que melhor se saiu, por ter controlado Gil Dias. Nos outros, prendeu muitas vezes a bola, quando se lhe pedia que a soltasse para dar continuidade às saídas rápidas para o ataque.

Corona 6

A lesão muscular perto do intervalo acabou prematuramente com uma exibição prometedora. Protagonista da primeira ocasião portista, com um remate enrolado que Pedrinho travou, isolou (22’) Diogo Jota e viu o português acertar na trave.

Diogo Jota 7

Colocado à esquerda pela falta de Otávio e Brahimi, foi quando surgiu na zona central que mais problemas causou. Aos 22’ livrou-se de um defesa e atirou à trave; aos 86’ aqueceu as mãos de Cássio com um disparo forte.

André Silva 6

Com a bola nos pés ou a correr atrás dela, não deixou os defesas respirarem e foi assim que ganhou a falta que originou o 3-2. Na melhor ocasião de que dispôs (50’), viu Cássio opor-se ao remate.

André André 6

Foi a partir do momento em que entrou que o meio-campo do FC Porto começou a servir de ligação entre a defesa e o ataque. Aos 84 desmarcou Rui Pedro mas este chegou tarde.

Rui Pedro 6

Lançado numa tentativa de operar a reviravolta, acabou a marcar o golo da tranquilidade 82 com um remate de cabeça digno de ponta de lança.

João Teixeira 6

Imaginou a jogada do quarto golo ( finta e cruzamento para o golo, de cabeça, de Rui Pedro) e executou-a na perfeição.

Fonte: Ojogo