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“Foi evidente o controlo que tivemos do jogo”

Nuno Espírito Santo salientou superioridade do FC Porto sobretudo na segunda metade da partida

 

Terminou empatada a zero a partida entre o Copenhaga e o FC Porto, relativa à quinta jornada da Liga dos Campeões, adiando assim a decisão da qualificação para os oitavos de final “via” segundo lugar do Grupo G para derradeira jornada da fase de grupos. No jogo desta terça-feira, o treinador Nuno Espírito Santo viu um FC Porto dominador e que tudo fez garantir neste jogo uma vaga na fase seguinte da prova. O técnico admitiu que o resultado não é o que a equipa procurou e mereceu dado o “domínio absoluto”, sobretudo na segunda parte, mas salientou que os Dragões só dependem de si para chegar aos “oitavos”.

Superioridade e domínio do jogo
“Vínhamos com a intenção de vencer e fechar já as contas. Foi isso que os jogadores procuraram, num jogo que teve duas partes diferentes. A segunda parte tivemos um controlo e um domínio total de jogo, muitas ocasiões, muita produção, controlando totalmente o adversário, o que nos faz acreditar que este é o caminho. O jogo da segunda parte assemelha-se muito ao que queremos para a equipa. Há qualidade e talento…vamos trabalhá-lo e naturalmente os golos vão aparecer naturalmente.”

Falta de eficácia e confiança
“O trabalho da equipa técnica também é fazer com que os jogadores nunca deixem de acreditar nas suas capacidades, e isso não acontece, não há falta de confiança. Sabíamos da importância que tinha o jogo, os jogadores interpretaram bem o nosso plano e fizeram a plenitude do trabalho. Há que dar os parabéns e converter esta juventude em virtude. Estamos a construir uma equipa que se baseia no espírito coletivo e há muita confiança no que temos.”

Retardamento das substituições
“Quando jogamos como jogámos na segunda parte não há problema em não fazer substituições. Os 11 que estavam em campo estavam a fazer bem. Foi por demais evidente o controlo que tivemos da segunda parte.”

Entrada de Varela e Evandro
“São opções. Temos que tomar decisões com base no que vemos, tendo confiança em todo o plantel. Neste jogo optámos por estas duas substituições, como poderiam ter sido outras em outras circunstâncias.”

FONTE/ FC PORTO

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