Já viste este telemovel igual ao Galaxy S8, Octacore, Camara 16Mp da Sony, Touch ID...etc por APENAS 100€? Visita o nosso link e não pagas portes de envio nem taxas alfandegárias!

CLICA AQUI

Gelsenkirchen reviveu-se no Mónaco

Aboubakar foi príncipe na primeira vitória portuguesa no Principado (3-0), que relança carreira na “Champions”

 

“Fica aqui a promessa de que amanhã vamos demonstrar a grandeza do FC Porto”, disse Sérgio Conceição na conferência de imprensa de antevisão do encontro no terreno do Mónaco, onde os Dragões venceram na noite desta terça-feira por claros 3-0, tal como na final de Gelsenkirchen, há exatamente 13 anos e quatro meses. Como foram premonitórias as palavras do treinador, a que poucos terão dado a devida importância, especialmente depois da derrota na primeira jornada deste grupo G, frente ao Besiktas. Aboubakar merecia o título de príncipe honorário do Principado, depois de ter marcado os dois primeiros golos do jogo, fechado com um tento de Layún. Os portistas estão agora no segundo lugar, com três pontos, e bem na luta pelo apuramento para os oitavos de final.

Este foi o primeiro triunfo de sempre de uma formação portuguesa no Estádio Luís II, onde foi grande o apoio aos azuis e brancos e em que desde maio ninguém conseguia vencer (na ocasião, foi a Juventus). Aliás, esta é apenas a segunda vitória portuguesa no terreno de equipas da Liga francesa para a Champions, sendo que a primeira tinha sido precisamente no caminho para Gelsenkirchen (3-2 no terreno do Marselha), em outubro de 2003. Os campeões franceses não perdiam em casa na fase de grupos da prova desde 2000/01 e, com todos estes dados, perde-se um pouco o sabor amargo das três derrotas anteriores no recinto, sempre na discussão de Supertaças europeias.

Sérgio Oliveira foi a surpresa que Sérgio Conceição reservou para o onze, entrando para o lugar de Corona, face à equipa apresentada na sexta-feira, na receção ao Portimonense. A entrada do português, que somou os primeiros minutos da temporada em jogos oficiais, permitiu a Herrera jogar uns metros mais à frente do que tem sido habitual, surgindo a pressionar a saída de bola do Mónaco ou a oferecer soluções de ataque. A equipa azul e branca juntava bem as linhas quando não tinha a bola, deixando apenas Aboubakar na frente, e exercia assim uma pressão intensa, que impedia o Mónaco de lançar ataques rápidos, primeiro, e de se sentir confortável na construção de ataques apoiados, depois.

Na primeira parte, o Mónaco só conseguiu criar perigo aos quatro minutos – remate de Falcao à figura de Casillas, após um mau passe de Brahimi – e o FC Porto, sem criar também grandes momentos de finalização, chegava com mais facilidade à grande área contrária. E foi num desse momentos, na sequência de um lançamento lateral, que Danilo disparou para uma defesa de Benaglio e, à segunda recarga, Aboubakar atirou para o 1-0. O camaronês, que já tinha festejado um golo no Estádio Luís II ao serviço do Lorient, em 2014, pouco antes de assinar pelos Dragões, ainda viu Brahimi perder a hipótese do 2-0 aos 42 minutos, bem no coração da área.

Esperava-se uma pressão forte dos monegascos no início da segunda parte (Carrillo entrou ao intervalo para o lugar de Diakhaby) e bem que a equipa da casa tentava tomar conta do jogo, mas não conseguia. O FC Porto mantinha um equilíbrio perfeito em campo, secava as fontes do ataque do adversário (os laterais, habitualmente muito ofensivos, não conseguiam criar desequilíbrios) e espreitava o contra-ataque, agora que os monegascos subiam mais no terreno. O primeiro aviso desta exploração das costas da defesa local foi aos 59 minutos, com Marega, isolado, a rematar à figura de Benaglio. Dez minutos depois, um desenho perfeito deu origem ao 2-0: Brahimi foi genial a lançar Marega na direita e o maliano serviu na perfeição Aboubakar para uma finalização à boca da baliza – oitavo golo da época do camaronês.

Também houve um momento de felicidade na grande noite europeia azul e branca: aos 71 minutos, Falcao acertou na barra, no único momento em que se libertou de Marcano e Felipe, que estiveram praticamente intransponíveis. Leonardo Jardim bem procurava soluções no banco, mas foram os Dragões a chegar ao 3-0, por Layún, num lance após várias insistências de Marega e Herrera. Esta temporada, o FC Porto ainda não perdeu fora de casa e segue-se precisamente uma deslocação ao terreno do Sporting (domingo, 19h15), que vai testar o estatuto invicto da equipa na Liga portuguesa.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *