Jota é a arma mais “secreta”

O avançado português já leva três golos saindo do banco

É no ataque que Nuno mais tem mexido para encontrar vias para o golo, conforme o comprovam quatro dos seis suplentes mais utilizados pelo treinador. Corona e Rui Pedro fecham o pódio

Jota e Corona são quem mais crédito tem no banco

Diogo Jota tem sido a opção mais vezes lançada do banco de suplentes por Nuno Espírito Santo. O avançado português já entrou em campo nessa condição em 15 encontros (num total de 352 minutos), tendo conseguido marcar, inclusivamente, três golos. O primeiro foi decisivo para “matar” o jogo em Guimarães (0-2) e os outros dois ajudaram a dilatar o resultado contra Tondela e Arouca, encontros que terminaram todos com 4-0 a favor dos azuis e brancos. Logo a seguir a Jota, surge Corona, com 12 jogos como suplente utilizado, correspondentes a 273 minutos. O mexicano marcou duas vezes saído do banco, sendo o golo ao Estoril, no António Coimbra da Mota, decisivo para a obtenção dos três pontos. Utilizado em dez jogos como suplente aparece Rui Pedro (185’), cujo golo ao Braga foi decisivo por várias razões, desobstruindo, entre outras coisas, o caudal atacante que o FC Porto viria a ter dali em diante.Éoj ovem que fecha o top 3.

Seguem-se Rúben Neves, Layún e Brahimi, todos com nove jogos vindos do banco. O internacional argelino soma até 240 minutos, mas só marcou em Arouca. Nesta fase é um titular indiscutível, mas no início da época não. Miguel Layún, que perdeu a titularidade para Alex Telles,v em bene- ficiando da sua versatilidade para jogar dos dois lados da defesa e até como extremo, e tem permitido a Nuno gerir algumas situações em ambos os lados e nos dois sectores. O mexicano soma 232’ e marcou apenas uma vez, em Roma. Rúben Neves completa o top 5, com 143 minutos.

Fonte: Ojogo