Nuno: “Fomos melhores”

Treinador lembrou que o empate “não é definitivo” para a luta pelo título e admitiu que a equipa sai magoada do jogo

O 1-1 final no FC Porto-Benfica deste domingo foi cruel para os Dragões, pela superioridade que evidenciaram durante todo o jogo e pelo facto de o golo do empate ter sido sofrido já nos descontos. Nas declarações após o encontro, Nuno Espírito Santo admitiu que o resultado deixa os jogadores “magoados”, mas o importante é que a equipa se levante “rapidamente”. As contas do título também estão longe de estar fechadas, com os azuis e brancos a ficar a cinco pontos do primeiro lugar.

Superioridade e mágoa
“Fomos melhores, superiores, pelas ocasiões e pelo desenrolar do jogo. É um jogo que nos deixa magoados, pela forma como decorreu e pelo minuto em que sofremos o empate. Era importante vencer para encurtar distâncias, mas empatámos. Não é definitivo, ainda falta muito campeonato, mas é um jogo que nos vai deixar magoados. O importante é levantarmo-nos rapidamente.”

As substituições
“Tivemos as opções que achámos convenientes. Dentro da pró-atividade do nosso jogo, procurámos as melhores soluções para a equipa. Era difícil que a ideia de jogo se sustentasse durante 90 minutos. Fizemos uma pressão muito alta, intensa, condicionando o jogo do adversário. Havia que ajustar e equilibrar a equipa. Os que entraram conseguiram-no, continuámos a controlar, tivemos alguma posse e saídas.”

Exibição e motivação
“Os primeiros 45 minutos são muito bons, estivemos muito próximos da ideia e do que gostaríamos que fosse o nosso jogo. Os jogadores souberam interpretar o jogo. Ontem falámos para que a motivação não se tornasse ansiedade. Conseguimos demonstrar que somos uma grande equipa.”

A entrada de Corona no onze
“Foi uma opção, o Corona e o Herrera são jogadores com caraterísticas diferentes. Sabemos as caraterísticas do Jesús, que fez um bom jogo.”

Crença e orgulho
“Vamos ter de trabalhar mais, melhorar muito mais. A crença existe, vamos lutar até à exaustão para encurtar distâncias e chegar onde queremos chegar. Sem dúvida que temos de estar orgulhosos e satisfeitos pelo jogo que fizemos, pela superioridade que demonstrámos. A equipa produziu, pecámos por não conseguir fechar o jogo, porque tivemos oportunidades para tal. Palavras de orgulho, mas de tristeza ao mesmo tempo, porque o resultado é cruel e injusto. Neste momento o mais importante é o próximo jogo e os jogadores desejariam que chegasse rápido. Temos de trabalhar e levantarmo-nos muito rapidamente porque o resultado não é definitivo. Quando jogámos assim e conseguimos submeter o rival, estamos na luta. Queríamos estar só a dois pontos, estamos a cinco mas convictos de que vamos estar até ao final na luta.”

 

FONTE/ FC PORTO

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