Óliver: “Temos de jogar como se fosse no Dragão”

Médio espanhol acredita que a equipa vai “fazer uma grande exibição” no Parken e que os golos vão aparecer

 

A melhor reação à eliminação da Taça de Portugal é “entrar com tudo” esta terça-feira no Parken e vencer o Copenhaga para o FC Porto assegurar automaticamente a passagem aos oitavos de final da Liga dos Campeões. As palavras são de Óliver Torres, desta vez o porta-voz do grupo que acompanhou Nuno Espírito Santo na conferência de imprensa.

O médio espanhol garante que a equipa tem consciência da importância de que este jogo representa para o futuro na competição e que, por isso, “tem que dar tudo em campo”, porque só assim será possível ultrapassar o campeão dinamarquês, um adversário que mostrou ser “uma grande equipa” quando visitou o recinto portista na primeira jornada do grupo G.

Confrontado com a falta de eficácia revelada pelo FC Porto nos últimos jogos, o dono da camisola 30 azul e branca disse acreditar que a sorte vai mudar e que o mais importante a equipa já faz, que é construir situações de golo. Contou “80 ocasiões em quatro jogos” e defendeu que isso não está ao alcance de todos.

“Dar tudo” para chegar aos “oitavos”
“Temos de reagir, temos de entrar bem e dar tudo em campo, é um jogo muito importante, porque sabemos que se ganharmos estamos nos oitavos de final. Temos de jogar como se estivéssemos no Dragão, temos de ir buscar todo o nosso talento e crença para conseguirmos a vitória.”

Uma grande exibição no Parken
“O primeiro jogo, no Dragão, foi complicado, e o Copenhaga mostrou que é uma grande equipa. Amanhã temos que fazer o que o treinador nos diz no treino. Queremos fazer uma grande exibição.”

Golos vão aparecer
“O importante é criar oportunidades de golo e nós criamo-las. Temos que melhorar e temos trabalhado muito as situações de finalização no treino. Fizemos mais de 80 remates em quatro jogos, poucas equipas conseguem fazer e isso também é importante para acreditarmos que os golos vão aparecer.”

A juventude é uma virtude
“Não somos máquinas, somos pessoas. Quando falhamos, isso fica na cabeça, mas aprendes com o tempo e isso é o mais importante. Do meio-campo para a frente, somos uma equipa muito jovem, o que para mim é uma virtude. Estamos a trabalhar bem, com Nuno à cabeça. Onde vocês veem um problema de finalização, nós vemos uma vantagem daqui para o futuro, onde tudo correrá bem.”

FONTE/ FC PORTO

One Comment

Leave a Reply

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *