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Outro apito de aviário

Equipa de Moreira de Conegos apurada para a ‘final-four da taca da Liga
Belenenses e Feirense empataram 2-2 na outra partida do grupo

Augusto Inácio voltou a vencer no duelo individual com Nuno, interrompendo uma série de 17 jogos sem perder do FC Porto, que vê escapar mais um troféu depois da eliminação prematura na Taça de Portugal É pela televisão que o FC Porto vai, mais uma vez, assistir à final da Taça da Liga. Os portistas precisavam de ganhar ontem ao Moreirense, mas viram-se travados por uma série de erros individuais e… outros de arbitragem. O desempenho de Luís Godinho promete mesmo dar muito que falar nos próximos dias, uma vez que ficou por assinalar uma grande penalidade favorável aos dragões ainda na primeira parte sobre André André, além de ter exibido um vermelho a Danilo quando foi o próprio quem promoveu o contacto e de ter feito vista grossa a um passe atrasado de André Micael que Makaridze segurou. Atribuir as culpas do afastamento da prova apenas no árbitro é, no entanto, redutor, até porque os azuis e brancos pouco ou nada fizeram após o golo da equipa de Moreira de Cónegos para dar a volta ao resultado e, dessa forma, acabar com o jejum de vitórias na competição, que dura desde 2015. Pelo contrário. Foram os locais que mais perto estiveram de chegar ao segundo golo.

Até se deixar consumir pelo descontrolo emocional, desencadeado pelo tal atraso não assinalado pelo árbitro e pela consequente expulsão de Danilo, o FC Porto deu sinais claros de querer seguir viagem para o Algarve. Mesmo com dois médios (André André e Herrera) disfarçados de extremos, quando no banco se encontravam Jesús Corona e Diogo Jota, os dragões tomaram de assalto o meiocampo do Moreirense na primeira parte. A irreverência de Brahimi, colocado numa posição mais interior, ia abrindo brechas na muralha local por onde a bola ia passando até chegar à área. Faltava, porém, quem a introduzisse na baliza. Makaridze, com três boas defesas, foi um dos responsáveis por esta falta de eficácia. Mas Depoitre também pouco ou nada fez para a combater. O belga, que chegou a acertar no poste, mais parece um corpo estranho num ataque cada vez mais dependente de André Silva.

Depois de Luís Godinho ter deixado passar o tal agarrão de Rebocho a André Silva, o jogo foi empatado para o intervalo, mas Francisco Geraldes não demorou a desatar o “nulo”. Aproveitou a apatia generalizada dos dragões e colocou o Moreirense a sonhar com a primeira vitória em 14 jogos realizados contra o FC Porto quatro minutos depois do recomeço. Nuno Espírito Santo ainda tentou evitá-la, injetando velocidade nas alas com Corona e Diogo Jota – Augusto Inácio respondeu com a entrada de Podence –, só que a equipa do FC Porto enervou-se com as perdas de tempo dos jogadores do Moreirense e perdeu a cabeça com as asneiras do árbitro de Évora. Começou a bombear bolas para área, mas André Micael e Diego Galo foram implacáveis na proteção à baliza de Makaridze. E com isso, atiraram com os dragões para fora da segunda prova nesta época, depois da Taça de Portugal.

Fonte: Ojogo

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