Pinto da Costa inaugurou a exposição “Três Cidades, Quatro Presidentes”

Seleção de quadros do Mestre António Bessa estará patente na Sala Multiusos do Museu​ até ao dia 8 de maio

 

Este sábado 8 de abril, um dia cheio de FC Porto, começou no Museu, com Jorge Nuno Pinto da Costa a inaugurar a exposição Três Cidades, Quatro Presidentes, da autoria do Mestre António Bessa e que estará patente na Sala Multiusos durante um mês, até 8 de maio. Trata-se de uma seleção de quadros que estabelecem um roteiro geográfico e sentimental do autor e do qual faz parte o FC Porto, o clube do coração, representado em quatro pinturas a óleo, que retratam o Presidente azul e branco, o calcanhar de Madjer em Viena e ainda as equipas de hóquei em patins e de bilhar azuis e brancas.

“É uma excelente exposição, com um conjunto de obras muito bonito, em que o FC Porto está muito bem representado em quatro delas, como aquele momento mágico do Madjer. O artista apanhou muito bem a expressão do jogador e penso que é uma bela obra. Todas elas, especialmente as alusivas ao FC Porto, têm para mim um significado muito grande: o Madjer é alguém que diz muito a todos os portistas; tal como o Daniel Sanchez, que curiosamente foi pintado neste ano em que foi campeão do mundo de bilhar, e como o hóquei, que é uma modalidade de grande prestígio, de imensas vitórias. Penso que os temas foram bem escolhidos e estou muito satisfeito pelo facto de esta exposição estar a ser feita aqui, porque o mestre é realmente uma grande figura”, comentou Pinto da Costa em declarações exclusivas ao www.fcporto.pt, sem deixar de reconhecer que ficou “favorecido por mérito do artista” no quadro em que está retratado.

Foi esse o quadro, aliás, que esteve na origem desta exposição itinerante. “Foi fácil pintá-lo, embora tenha demorado muito tempo, esteve quase dois meses na minha mão. A cada pincelada que dava, dialogava com o Presidente”, conta António Bessa, que também fez questão de pintar três peças alusivas ao universo portista: uma relativa ao futebol – e que outro poderia ser se não o calcanhar de Madjer na final de Viena? –, outro alusivo ao hóquei – que lhe faz recordar António Livamento e outros grandes jogadores que vestiram esta camisola – e ainda outro ao bilhar, uma modalidade que gosta de praticar. “Foram os que mais trabalho me deram, porque enquanto as outras paisagens tinham elementos que se englobavam, nestes eu tive que os criar”, explica.

Nesta exposição itinerante composta por 16 obras, António Bessa, também presta tributo ao Porto, a cidade onde nasceu em 1953, a Matosinhos, onde hoje vive, e a Arouca, onde nasceu a mulher com quem casou e onde constituiu família. “É um motivo de orgulho imenso poder expor neste espaço, que o Presidente Pinto da Costa, o melhor presidente de todos os tempos, um grande amigo, se prontificou a ceder este espaço. O FC Porto significa paixão, muita paixão e emoção. É sinónimo de alimento, é quase como viver o dia a dia”, confessa o artista.

Fonte: FC Porto