Já viste este telemovel igual ao Galaxy S8, Octacore, Camara 16Mp da Sony, Touch ID...etc por APENAS 100€? Visita o nosso link e não pagas portes de envio nem taxas alfandegárias!

CLICA AQUI

Pinto da Costa: “Temos o orgulho de ser embaixadores de Portugal”

Presidente falou da recente vitória no Mónaco e prometeu “luta” em Alvalade e, fora do campo, “contra o centralismo”

 

À margem da cerimónia do hastear da bandeira, que abriu as comemorações do 124.º aniversário do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa falou ao Porto Canal sobre as responsabilidades de um clube que é embaixador de Portugal “por esse Mundo fora”, como ainda sucedeu esta terça-feira, no Mónaco. O presidente dos Dragões recordou o encontro, que terminou com uma vitória azul e branca por 3-0, mas também o recentemente falecido D. António Francisco dos Santos, para além de projetar o futuro. E nesse futuro está o jogo em Alvalade com o Sporting (domingo, 19h15) e a luta contra o centralismo, de que o FC Porto é “baluarte da resistência”.

Embaixadores do país
“São 124 anos de glória, com uma grande responsabilidade de representar a nossa cidade, porque temos no clube o seu nome. Temos ainda o orgulho de ser embaixadores de Portugal por esse Mundo fora, transmitindo a alegria de viver e levando a nossa bandeira a todos os cantos do mundo, através das nossas equipas das mais diversas modalidades. É uma grande satisfação poder estar aqui e ao mesmo tempo evocar aqueles que, durante estes 124 anos, desde o fundador António Nicolau d’Almeida a todos aqueles que lhe sucederam, foram transmitindo a estafeta desta grande corrida sem fim que é a vida do FC Porto. Queria evocar aqui todos os que trabalharam pelo FC Porto e o amaram, nomeadamente os últimos a desaparecer fisicamente, e neste momento queria evocar o D. António Francisco dos Santos, que foi um grande amigo do FC Porto e que, como sempre, estaria connosco nestes festejos. Nele queria evocar todos os amigos do FC Porto, que engradeceram a nossa cidade e o nosso país.”

Luta conta o centralismo
“Naqueles anos em que tenho tido responsabilidade, tenho tido o prazer de lutar pelo FC Porto, num país cada vez mais centralista. É muito difícil o FC Porto ser forte e poder ser, como ainda o foi recentemente, o orgulho do país no Mónaco. Para isso é preciso muita luta e naturalmente que os dias que se seguirão não serão fáceis, porque cada vez o país será mais centralista. Quanto mais se falar em descentralização – que é a maneira de enganar as pessoas –, mais centralista o país vai ser. Por isso temos de estar preparados para lutar, de forma a que o FC Porto seja um baluarte da resistência contra esse centralismo.”

A vitória no Mónaco
“Foi uma prenda para todos nós, porque, quando queriam limitar ao espaço nacional a nossa capacidade de vencer, demos uma resposta inequívoca frente ao campeão de França, que não é um país qualquer no futebol. Foi uma vitória de que todo o mundo do futebol se admirou, mas em que também foi reconhecido grande mérito na exibição do FC Porto, que encarnou o espírito do Dragão. Foi uma jornada perfeita, desde a força que os adeptos que estiveram no estádio nos deram: não se calaram um minuto e deram uma lição do que é amar o FC Porto. É nesse exemplo que deram, na comunhão de esforços que se vive no FC Porto, que temos de encontrar força para, nos próximos anos, sermos representantes do futebol português e um baluarte do Norte na luta contra o centralismo.”

O clássico
“Gostaria de dar aos adeptos uma prenda todos os dias, porque queremos ganhar sempre. Infelizmente nem sempre é possível, umas vezes porque é assim mesmo, não há quem ganhe sempre, outras porque não nos deixam ganhar. Vamos lutar, em Alvalade e em qualquer outro sítio, para fazer do FC Porto um clube cada vez maior. Como presidente tenho essa responsabilidade e enquanto sentir forças estarei aqui com o mesmo entusiamo com que assumi a presidência, há 35 anos.”

Fonte: FC Porto

4 Comments

Leave a Reply

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *