Que grande jogo no Olival. Quatro golos, cinco bolas nos ferros e muitas ocasiões desperdiçadas.

Castigo pesado a punir a ineficácia

Que grande jogo no Olival. Quatro golos, cinco bolas nos ferros e muitas ocasiões desperdiçadas. O FC Porto perdeu por números exagerados, que castigam a falta de eficácia. A liderança do grupo não estava em causa, mas o apuramento foi adiado.

Brugge ganhou ao FC Porto, mas continua atrás

Os portistas foram surpreendidos porque deram meio jogo de avanço. Oleg explorou bem os espaços no lado esquerdo e deu bastante profundidade, mas com isso acabou por, também ele, permitir que os belgas explorassem o seu lado. E foi assim que chegaram à vantagem: cruzamento perfeito de Vlietinck e Osei-Berkoe a ser feliz no duelo com Diogo Dalot. Aos 31’, o Brugge estreou os ferros, por Van Landschoot, antes de OseiBerkoe fazer um golaço à entrada da área.

Na segunda parte, o FC Porto jogou quase sempre junto à área de Teunckens, mas perdeu muitos lances de golo. Só aos 76’ acertou duas vezes na barra, numa altura em que Folha já tinha arriscado ao tirar um central e colocar o chinês Dingh ao nomeio campo ofensivo. OBrugge respondeu com nova bola no poste e pouco depois fez o terceiro, num cabeceamento de Schrijvers. Resultado muito pesado para o FC Porto que o melhor marcador da prova, Rui Pedro, atenuou no último lance.

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