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Religiosamente Portista: Isto está a correr mesmo bem. Vamos acreditar

Confesso que já esperava estar na frente do campeonato. Sou um crente e, depois da vitória contra o Sporting, estava à espera de uma escorregadela do Benfica. Mas era pedir demais, com os encarnados a fazerem dois jogos no Estádio da Luz, frente ao Nacional e ao Arouca. Ainda não foi, mas vai ser. Por agora, enquanto eles jogaram dois jogos fáceis em casa, nós tivemos de receber o Sporting e ir a Guimarães. Manter um ponto de distância nestas circunstâncias joga completamente a nosso favor. Para a semana, muda o grau de dificuldade, recebemos o Tondela e o Benfica tem de ir a Braga, vamos ver como é que eles se aguentam. São cinco vitórias consecutivas, 15 pontos contra apenas dez do Benfica. A recuperação não está terminada, mas está muito bem encaminhada. Agora faltam mais cinco jornadas para depois irmos ao Estádio da Luz. Por mim, basta lá chegarmos como estamos agora, vamos lá para ganhar e passar para a frente.

Mas vamos lá ver como correram as coisas ontem. O FC Porto entrou com um 4-3-3 para impor o seu jogo, mas nos primeiros minutos de jogo o Vitória de Guimarães pareceu mais esclarecido. Deu para confirmar logo no início que não seria um jogo fácil, o Vitória defendia com as linhas muito próximas, o FC Porto não encontrava o fio de jogo, não havia oportunidades claras de golo e o Guimarães apenas tentava de longa distância.

Notou-se várias vezes na equipa do FC Porto a falta de um extremo no lado direito e a verdade é que foi essa primeira substituição, de André Silva por Corona, que acabou por dar razão a Nuno Espírito Santo. Com as alterações que fez na segunda parte, voltou a dominar o jogo e mostrou, como ele próprio fez questão de salientar, que a equipa tem muitas opções. O treinador do FC Porto parece, no entanto, que gosta de nos ver a sofrer um bocadinho. Ontem voltou a dar oportunidade ao adversário de vir para cima de nós e só aos 20 minutos de jogo na segunda parte é que fez a primeira substituição.

Há uma grande alteração nesta equipa do Futebol Clube do Porto: já lá vai o tempo em que o que contava era a posse de bola; agora damos a bola ao adversário (que felizes estão Sporting e Guimarães) e ganhamos os jogos. Assim se vai fazendo esta revolução silenciosa numa equipa que no início da época não entrava no lote de favoritas, mas que hoje depende apenas de si própria para ser campeã.