“Sentimo-nos muito prejudicados com a arbitragem”

Técnico falou em erros evidentes em claro prejuízo dos Dragões

 

Após a eliminação da Taça de Portugal, no desempate por grandes penalidades (3-2), fruto de um empate a zero frente ao Desportivo de Chaves, o treinador do FC Porto, Nuno Espírito Santo, não escondeu a tristeza por deixar cair um dos objetivos da época, que era a conquista da Taça de Portugal. O técnico considerou ainda decisiva a atuação do árbitro João Capela, que, segundo o treinador portista, acabou por ter grande influência num jogo que só os azuis e brancos procuraram vencer.

O que falhou no jogo
“Deixámos cair um dos objetivos, claramente, mas já alcançámos outros. Hoje falhou muita coisa. Fazer golos, não deixar o jogo chegar à sorte dos penaltis. Fomos uma equipa que quis, produziu, mas temos de concretizar as nossas oportunidades. Quando queremos atingir os objetivos temos de ser mais contundentes, mais eficazes. Somos uma equipa equilibrada, não nos queriam ocasiões, mas há que pensar e retificar esse aspeto.”

Análise à arbitragem
“Hoje só houve uma equipa que procurou o jogo e fomos nós. Estamos magoados e revoltados pelo que aconteceu. Não creio que haja alguma coisa premeditada, mas hoje o árbitro claramente não viu o que devia ter visto, um penalti claro. Não é justificação, mas são incidências do jogo que nos deixam revoltados. Hoje os erros foram evidentes, claros e sentimo-nos muito prejudicados com a arbitragem de hoje. Se o árbitro tivesse visto o que todos viram não seria necessário ter chegado aos penaltis.”

O jogo de terça-feira frente ao Copenhaga
“Agora temos de nos levantar muito rápido, pois na terça-feira temos já um jogo muito importante. É um momento importante para nós, como era este também. Esta eliminação foi um passo atrás nos nossos objetivos, que era ganhar tudo. Esta Taça já não a podemos ganhar, mas seguimos confiantes para os próximos objetivos, a começar já por terça-feira.”