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Uma liderança assente no coletivo

Os números dão força e justiça ao primeiro lugar do FC Porto na Liga Portuguesa de Basquetebol

 

Ao fim de 16 jornadas, o FC Porto é líder isolado da Liga Portuguesa de Basquetebol, com 29 pontos, mais um do que Vitória de Guimarães, Benfica e Oliveirense. Os Dragões somam 13 vitórias e três derrotas, sendo a equipa que perdeu menos vezes até ao momento. Mas o domínio portista não se reflete apenas na tabela classificativa, que também nos mostra que o FC Porto é detentor do melhor ataque e da melhor defesa da prova. Os números nunca mentem e só reforçam e justificam o estatuto de líder que os azuis e brancos reclamam por esta altura, quando faltam disputar seis jornadas na primeira fase

“Os ataques ganham jogos, mas as defesas vencem campeonatos.” Esta velha máxima do basquetebol obriga-nos a começar pelo momento em que o FC Porto protege o seu cesto. Por exemplo, em termos gerais, só o Benfica supera os Dragões na média de ressaltos defensivos (26 por jogo), mas essa diferença é inferior a um ressalto. O FC Porto é a segunda equipa que mais bolas recupera com 8,8 por jogo, sendo a Oliveirense líder deste capítulo, com 9,8. Em termos de desarmes de lançamento, os azuis e brancos surgem na quarta posição (2,1 por jogo), mas outras equipas de relevo, como o Benfica e a Oliveirense, estão em 4.º e 10.º neste particular.

Mas a capacidade defensiva do FC Porto vai para além destes dados e também fica bem expressa nas percentagens de lançamento forçadas aos adversários: 49% de dois pontos e 28% de três pontos (a pior percentagem provocada aos adversários). No último jogo, a título de exemplo, o CAB Madeira chegou ao Dragão Caixa com 41% de média nos triplos, mas ficou-se pelos 18% frente ao FC Porto, que também é a equipa que mais perdas de bola provoca aos adversários (21%). O coeficiente defensivo de 0,806 pontos por posse de bola, pelo que os portistas são os que menos pontos sofrem por cada posse de bola do adversário. Até à 16.ª jornada, em todos os rankings defensivos, o FC Porto ocupa a primeira ou a segunda posição.

De defesa transitamos para o ataque, sendo que o do FC Porto, como já referimos, é o mais concretizador (1.381 pontos marcados) e, naturalmente, o que apresenta a melhor média de pontos por jogo (86,3). Esta prestação ofensiva assente, claro está, em excelentes percentagens de lançamento: 57% de dois pontos (o FC Porto é segundo, atrás do Vitória de Guimarães, que tem 58%), 37% de três pontos (o FC Porto é segundo, atrás do Benfica, que tem 39%) e 75% da linha de lance livre (o FC Porto é terceiro, atrás de CAB Madeira, com 77%, e Vitória de Guimarães, com 76%). No capítulo dos ressaltos, o FC Porto lidera o ranking com uma média de 38,5 por jogo (o Benfica é segundo, com 36,1), sendo apenas suplantado pelo Eléctrico se nos focarmos na média de ressaltos ofensivos por jogo (12,5 dos Dragões contra 13,9 dos alentejanos).

O sentido coletivo da equipa comandada por Moncho López também se vê na invulgar média de 20,5 assistências por jogo, ranking que os portistas lideram de forma absoluta, pois nenhuma outra equipa no campeonato chega às 20 assistências por partida, sendo o Benfica a que mais se aproxima (18,7). Para os que minimizam a vocação ofensiva do FC Porto, considerando ser “apenas” uma equipa de atiradores, a média de faltas provocadas pelos Dragões é a segunda mais alta da LPB (19,6), sendo apenas batida pela do Eléctrico (21,8). Estes dados demonstram que o FC Porto também sabe ser uma equipa agressiva no 1×1 e que aposta nos seus homens mais altos, alternando de forma equilibrada o jogo exterior com o jogo interior. Entre os seis melhores marcadores dos Dragões até agora, três jogam habitualmente nas zonas mais próximas do cesto: Sasa Borovnjak (222 pontos), Nick Washburn (213), José Silva (166), Pedro Bastos (110), André Bessa (108) e Miguel Queiroz (105).

Em comparação com a época passada, na qual o FC Porto se sagrou campeão nacional, a evolução a nível ofensivo é por demais evidente: de dois pontos (48% em 2015/16, 57% em 2016/17), de três pontos (31% em 2015/16, 37% em 2016/17), no total de lançamentos de campo (41% em 2015/16, 49% em 2016/17) e da linha de lance livre (71% em 2015/16, 75% em 2016/17).

Fonte: FC Porto