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Visto do meu sofá, foi bom mas não gostei

Cada um de nós tem o seu preferido na equipa. O meu é Danilo, sem margem para dúvidas

Avida de um adepto é feita de muitas emoções. Mesmo quando só matematicamente é possível, acreditamos. Ainda temos muitas jornadas para andar com a calculadora na mão, sabendo que a cada jornada que passa fica mais difícil, se os pontos que ganhamos numa jornada são entregues ao adversário no jogo seguinte. Mais que não seja por isso, não podemos sofrer, equipa e adeptos, como sofremos ontem. Mas foi bom ver, como na primeira jornada, que depois de estarmos a perder com o Rio Ave, soubemos dar a volta e ganhar. Jogámos contra uma equipa que tem muitos bons jogadores e que merece andar na parte de cima da tabela. Essa foi outra coisa boa do jogo do Dragão, não como portista, mas como adepto de futebol, ver como o Rio Ave nunca deu o jogo como perdido. E, do nosso lado, que grande classe tem o Danilo. No meio-campo, a controlar e a distribuir, a defender com categoria e até a marcar golos. Cada um de nós tem o seu preferido na equipa. O meu é o Danilo, sem margem para dúvidas. Foi bom ter marcado à saída do primeiro quarto de hora de jogo, com uma clara oportunidade de golo minutos antes e outra, que foi à barra, minutos depois. Foi bom ver o Danilo como patrão do meio-campo e o Óliver a jogar com liberdade. Foi bom ver o Nuno Espírito Santo a pedir aos extremos mais velocidade e mais jogo à frente. Foi bom ver como as substituições feitas pelo treinador deram resultado. Foi bom ver um jogo às quatro da tarde com o estádio cheio e só tive pena de não ter feito a viagem para apoiar a equipa. Fiquei no meu sofá lisboeta, a ver pela Sport TV. Não foi bom ver que podíamos ter matado o jogo aos 21 minutos e não o fizemos. Não foi bom ver a defesa a dormir no golo do empate do Rio Ave, em que Casillas não tem culpa nenhuma. Não foi bom ver o FC Porto ir para o intervalo empatado, porque as segundas partes costumam ser piores que as primeiras, o que, desta, vez até nem aconteceu. Mas o mais importante foi conseguido. Estamos a um ponto do Benfica e a vitória de ontem voltou a mostrar que, quando acreditamos, é sempre possível. Não é a calculadora a funcionar, mas até que o árbitro pare o relógio, os jogadores têm de saber que a vitória é património natural do Futebol Clube do Porto. Ontem não gostei por aí além do que vi em jogo jogado, mas ainda vamos ser campeões. No meu caso, vai ser tão bom voltar ao Marquês do Pombal. Já lá festejei tantos títulos.

Fonte: Ojogo

Texto: Paulo Baldaia